Isto é Mendoza

Repleta de vinícolas design, a capital do enoturismo argentino é destino obrigatório para quem é amante de vinho !

Ao pé da Cordilheira dos Andes, lambendo a fronteira com Chile, Mendoza é um destino para escapadas- regadas a bons vinhos, boa gastronomia e experiências, dessas que a gente não esquece. Como as visitas nas vinícolas o Caminho do Vinho , formado pelos Vales Lujan de Cuyo, Maipú e Uco. Algumas muito, muito especiais. Isso porque investem em arquitetura majestosa, e também no delicioso conceito de butique , que comtempla almoços harmonizados e até mesmo hospedagem – tudo com o maior charme.
Mas nem só de vinho vive o tursimo local. Por essas alturas , Mendoza, cujo clima é seco e o céu quase sempre ensolarado, é também sede de estações de esqui, como a famosa Los Penitentes. Além disso, conta com todos os serviços de uma grande cidade: centros comerciais, infraestrutura hoteleira, shoppings, restaurantes, cinemas, teatros, museus, galerias de arte, bares, praças e suas canaletas, que formam uma impressionante rede de canais de água que se estendem por mais 500 quilômetros. Vale a pena se hospedar na capital e aproveitar as diversas atividades que ela oferece . Durante o dia , prefira explorar os arredores de Mendoza e suas bodegas de carro ou de van. Os remises (táxi) são ótimas opções porque , apesar de não existir Lei Seca nessa província, é melhor ficar com tempo livre para registrar as belas paisagens e degustar o vinho com responsabilidade – e sem moderação . Aqui, listamos as principais vinícolas design- perfeita para os olhos  e para nossa alma enófila.

  1. CATENA ZAPATA: www.catenawines.com
  2. SALENTEIN: www.bodegasalentein.com
  3. DIAMANDES : www.diamandes.com
  4. TRAPICHE: www.trapiche.com
  5. PULENTA ESTATE: www.pulentaestate.com
  6. SEPTIMA: www.bodegaseptima.com
  7. O. FOURNIER: www.ofournier.com
  8. ATAMISQUE: www.atamisque.com
  9. DANTE ROBINO: www.bodegadanterobino.com
  10. NORTON: www.norton.com.ar

Adaptado de Vanessa Moura -( Revista Gula, ANO 21, Ed. 244, 2013, p. 90-94) .

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